domingo, 26 de maio de 2013

* Encerramento do Grupo de Estudos 2013.

Chegamos ao final de mais um grupo de estudos! 
Agradecemos primeiramente a Deus pela oportunidade, aos amigos associados e psicólogas da ABRACI que estiveram presente nos encontros e a todos os interessados em conhecer ou aprofundar seus conhecimentos sobre o autismo. Foram muitos os momentos de alegria e grandes trocas de experiências enriqueceram este evento.
Neste último encontro também agradecemos imensamente a disponibilidade  das maravilhosas pedagogas Marília Mourão e Fabiana Saraiva  que disponibilizaram tempo e  materiais incríveis.
Ano que vem, tem mais!


sexta-feira, 24 de maio de 2013

* Fan Page ABRACI

Boa Noite a fim de divulgarmos melhor nosso trabalho, criamos uma página oficial, e como tudo da ABRACI sintam se a vontade...


ABRACI - Associação Brasileira de Autismo, Comportamento e Intervenção. É uma instituição filantrópica, fundada em 2010 por pais de crianças com autismo. Endereço: SRES AE L lote 9 Cidade: Cruzeiro Velho (DF) Contato:a.abraci.df@gmail.com

* Último encontro do grupo de estudos 2013

Os encontros do grupo de estudos são abertos à todos os interessados em conhecer a Abordagem de Análise de Comportamento Aplicada (ABA).
Maiores informações através do email: a.abraci.df@gmail.com 
ou nos telefones 96187885 / 81391255.
 

* Palestra com a psicóloga Brya Barboza

No último dia 21 de maio tivemos uma agradável noite na ABRACI-DF. A palestra da psicóloga Brya Barbosa contou com a presença de associados, amigos e pessoas interessadas em conhecer sobre o Autismo.
Brya Barboza, obrigada pelo carinho,dedicação, por ter nos trazido tantos esclarecimentos, na verdade contamos com pessoas como você, que mesmo estando de passagem, por Brasilia dedicou parte desse tempo as nossas familias e profissionais que também estiveram presentes.



* Tarde de valorização da beleza feminina

A ABRACI-DF em parceria com a Coordenação do Curso de Estética e Cosmética do IESB ofereceram no último dia 18 de maio uma maravilhosa tarde de confraternização entre as mamães e amigas da ABRACI-DF.
As crianças também se divertiram muito.
ENVOLVA-SE COM O AUTISMO!
  






terça-feira, 14 de maio de 2013

* Dia de Valorização da Beleza Feminina.

Será um momento de muita alegria e interação.
Contamos com a presença de todas as associadas e demais amigas.
Evento totalmente gratuito.
Maiores informações: a.abraci.df@gmail.com


domingo, 12 de maio de 2013

* 2º encontro do grupo de estudos 2013.

A tarde do dia 11/05 foi uma tarde de muita alegria e grandes esclarecimentos. O segundo encontro do grupo de estudos 2013, teve como tema a Análise de Comportamentos. Estiveram presentes pais de crianças atendidas pela ABRACI e também muitos familiares de portadores de autismo, estudantes de psicologia, psicólogos, professores e pessoas interessadas em conhecer a Abordagem de Análise do Comportamento Aplicada (ABA). É sempre muito bom ver as pessoas se interessarem em conhecer mais sobre o autismo.



 

domingo, 5 de maio de 2013

* Próximo encontro do grupo de estudos 2013.


* Primeiro encontro do grupo de estudos 2013.

O primeiro encontro do grupo de estudos 2013 foi realmente maravilhoso, quem esteve presente aposto que gostou e quem não pode vir, semana que vem tem mais. Todos os interessados podem participar. Evento totalmente gratuito. Maiores informações no email: a.abraci.df@gmail.com 

ENVOLVA-SE COM O AUTISMO! 



quarta-feira, 1 de maio de 2013

* Diagnóstico de autismo demora muito no Brasil.



Muitos pediatras ainda não conseguem perceber os sinais de alerta quando se trata de autismo.. As vezes, os pais relatam algum comportamento que consideram estranho na criança numa determinada faixa etária, como, por exemplo, o atraso para falar, se comunicar. Mas daí o médico diz: ‘Espera mais um pouco, é normal’. E com isso o diagnóstico demora e só é feito quando a criança tem cerca de quatro, cinco anos de idade.” No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado hoje (2), Carla Gruber Gikovate, neurologista infantil pela UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), explica um pouco sobre esse distúrbio, mais comum no sexo masculino – quatro homens para cada mulher – e que no Brasil ainda demora muito tempo para ser diagnosticado: "Os profissionais de saúde deveriam receber um treinamento específico em relação ao distúrbio. Quando os pais levam as crianças ao pediatra para acompanhar o crescimento do bebê, ele já deveria ficar atento aos sinais e também às observações da mãe. Essa demora influencia posteriormente a evolução da criança", completa a médica.
O autismo é definido por um conjunto de comportamentos que variam em grau e gravidade. Indivíduos com dificuldade de socialização, de comunicação, com certa tendência à repetição e a ser metódico podem apresentar autismo. A National Health Statistics Report, em seu último estudo, relata que nos Estados Unidos há uma criança afetada por alguma forma de autismo a cada 50. Já segundo a Cleveland Clinic, importante hospital e centro de pesquisa dos Estados Unidos, há uma criança com autismo para cada 88. O Brasil ainda não dispõe de estatísticas oficiais, mas a Lei Berenice Piana, sancionada recentemente e que garante que portadores do transtorno do espectro autista devem ser considerados deficientes para fins legais, também propõe a realização de um censo para saber o número de indivíduos autistas no país.
De acordo com a neurologista, as crianças que nascem com autismo já começam a demonstrar sinais aos nove meses. “Elas não mantêm contato visual efetivo e não olham quando você chama. A partir dos 12 meses, por exemplo, elas também não apontam com o dedinho. No primeiro ano de vida, demonstram mais interesse nos objetos do que nas pessoas. Quando os pais fazem brincadeiras de esconder, sorrir, também não demonstram muita reação”, explica ela.
Não existe um exame para detectar o distúrbio, e seu diagnóstico é baseado no histórico do indivíduo. As causas, ainda de acordo com a especialista, são variadas e incluem fatores genéticos, infecções durante a gravidez da mãe e má-formação cerebral.
Em relação ao tratamento, também não há um modelo padrão, pois cada pessoa necessita de um acompanhamento individual com profissionais como fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais. Algumas precisam tomar medicamentos, especialmente quando há comorbidades associadas.
Embora exista preconceito em relação ao autismo, muitos dos portadores, de acordo com a médica, conseguem se desenvolver e ser incluídos na sociedade. Para isso, ela reforça que o apoio da família é de extrema importância. “Um estudo populacional americano demonstrou que 30% dos autistas com certo nível intelectual e tratamento precoce se tornam independentes, 30% se tornam parcialmente dependentes e 40% são dependentes”, diz Carla Gikovate.